Written by
Alec Whitten
Published on
17 January 2022

Como os “por quês” das crianças ajudam a formar adultos curiosos e confiantes

Neste post, você vai entender como os famosos “por quês” fazem parte de uma fase fundamental do desenvolvimento infantil. Descubra como acolher essa curiosidade com leveza, estimular a autonomia e fortalecer o vínculo com seu pequeno.

“Por que o céu é azul?”

“Por que a água molha?”

“Por que você trabalha?”

“Por que o jacaré não escova os dentes?”

Quem convive com crianças sabe: tem uma fase em que os “por quês” aparecem o tempo todo e às vezes, nem dá tempo de responder um, já vem outro. Pode parecer só uma fase curiosa (ou cansativa), mas a verdade é que esses questionamentos fazem parte de um momento super importante do desenvolvimento infantil.

Essa maratona de perguntas costuma surgir entre os 3 e os 6 anos, quando o pensamento da criança começa a se organizar de um jeito mais lógico. É quando ela começa a perceber que o mundo tem muitas coisas que ela ainda não entende e, ao mesmo tempo, quer muito entender. Só que os “por quês” não nascem só da curiosidade. Muitas vezes, são jeitos de buscar segurança, pertencer, se conectar com quem está por perto.

Quando uma criança pergunta algo, ela está fazendo mais do que buscar uma resposta. Ela está dizendo: “eu confio em você para me ajudar a entender o mundo”. E é aí que mora a beleza. A troca que acontece ali, nesse momento simples, é poderosa. Cada vez que um adulto escuta de verdade e responde com carinho (mesmo que a resposta seja “vamos descobrir juntos?”), o vínculo entre eles se fortalece.

Tem adulto que acha que precisa saber tudo. Mas não precisa. O mais importante é estar presente, mostrar interesse, acolher. Quando a criança se sente ouvida, ela ganha confiança não só no outro, mas nela mesma. E isso ajuda a desenvolver autonomia, criatividade, pensamento crítico e segurança emocional.

Você já parou para pensar que os “por quês” são, na verdade, ferramentas de aprendizado? Eles abrem portas, despertam ideias, ampliam o vocabulário e fazem com que a criança participe mais ativamente do próprio processo de descoberta.

E tem mais: aprender a perguntar é tão importante quanto aprender a responder. Uma criança que é incentivada a fazer perguntas cresce sabendo dialogar melhor, pensar antes de agir, procurar soluções. E leva essa habilidade para vida toda.

Dá para lidar com os “por quês” de um jeito mais leve. Algumas ideias:

• Escute com atenção, mesmo que a pergunta pareça boba ou repetida

• Devolva a pergunta de forma divertida: “e você, o que acha?”

• Procurem juntos em livros, vídeos ou experiências simples

• Quando não souber, tudo bem dizer: “vamos descobrir depois”

• E sempre valorize: “que pergunta boa!”

Ah, e uma dica valiosa: quando os “por quês” forem muitos, observe. Pode ser só curiosidade, sim, mas também pode ser um pedido por atenção, por companhia, por conversa. Nem toda pergunta quer uma resposta exata. Às vezes, a criança só está dizendo: “fica comigo um pouco?”.

Na Pequenos Grandes, a gente acredita que cada “por quê” é uma chance de entrar no mundo da criança. De criar laços, estimular o pensamento, ajudar a crescer com segurança e encantamento.

Porque os adultos de amanhã nascem das perguntas que fazemos e escutamos hoje.


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